Suporte e gestão de TI
- Problema
- Falhas de TI interrompem o trabalho.
- Benefício
- Mais tempo para sua equipe cuidar da operação.
- Solução
- Monitoramento do ambiente e suporte que acompanha seus chamados.
Escolha pelo problema, não pela sigla
Quando a operação não pode parar
01 Suporte e gestão de TI 02 Servidor e nuvem 03 E-mail e Microsoft 365Quando o risco bate na porta
04 Backup e proteção de dadosQuando dá para o robô fazer
07 Automação com IAA especialidade da casa
08 TI para escritórios de contabilidadeEspecialidade DLLConteúdo e ferramenta aberta
Quando a operação não pode parar
Suporte e gestão de TI Falhas de TI interrompem o trabalho. Servidor e nuvem Seus sistemas dependem do servidor no escritório. E-mail e Microsoft 365 Contas e mensagens espalhadas dificultam a rotina.Quando o risco bate na porta
Backup e proteção de dados Backup sem conferência pode falhar na hora que você precisar.Quando dá para o robô fazer
Automação com IA Tarefa repetitiva consome tempo que a equipe podia usar melhor.A especialidade da casa
TI para escritórios de contabilidadeEspecialidade DLL Sistema contábil parado no fechamento atrapalha o escritório.Receita Federal flagrou empresa de tecnologia movimentando dinheiro vivo para facção. Seu sistema pode ter sido usado como fachada.
Uma fintech de São Paulo, com CNPJ registrado, movimentou sozinha mais de R$ 1 bilhão em dinheiro vivo para o Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo a Receita Federal. O esquema usava empresas de tecnologia como fachada para lavar recursos do tráfico. Sua empresa, que contrata serviços de fintech ou tech, pode estar na mira agora.
A Receita Federal, em operação conjunta com a Polícia Civil, identificou que a empresa, sediada na região da Faria Lima em São Paulo, operava como um braço financeiro da facção. O modus operandi era simples: a fintech recebia grandes quantias em dinheiro vivo, provenientes do tráfico de drogas e outros crimes. Esse dinheiro era então "limpo" através de uma série de transações bancárias complexas, simulando operações legítimas de tecnologia e serviços.
O volume chama a atenção: mais de R$ 1 bilhão movimentado por uma única empresa. Isso não é um deslize contábil. É uma operação estruturada para burlar os sistemas de compliance dos bancos e da própria Receita. A pergunta que todo contador de uma PME precisa fazer é: minha empresa, ou a de meu cliente, poderia ser usada como próxima fachada?
A operação da Receita não para na fintech flagrada. A inteligência fiscal agora rastreia todas as transações e empresas ligadas a ela. Isso inclui fornecedores, clientes e parceiros comerciais. Se sua empresa teve qualquer transação com uma organização envolvida em esquema de lavagem, mesmo que sem saber, pode ser arrastada para a investigação.
As consequências vão muito além de um simples susto:
O argumento "eu não sabia" não cola mais. A lei exige que as empresas, especialmente as do setor financeiro e de tecnologia, tenham mecanismos robustos para conhecer seus clientes (KYC - Know Your Customer) e monitorar transações suspeitas.
A quantia é astronômica. Como um volume desses passa despercebido? A resposta está na sofisticação do esquema e, muitas vezes, na falta de controle interno das próprias empresas de tecnologia que servem de ponte.
Muitas PMEs e startups focam no desenvolvimento do produto e esquecem a compliance financeira. Terceirizam a contabilidade sem auditar os processos. Usam fintechs e bancos digitais pela agilidade, sem questionar a origem dos fundos de investidores ou a destinação de pagamentos. Esse é o caldo perfeito para criminosos infiltrarem o sistema.
A fintech da Faria Lima não era uma empresa clandestina. Tinha CNPJ, endereço comercial, site. Parecia legítima. Essa é a armadilha. O crime se veste de inovação.
Esse caso escancara uma vulnerabilidade crítica: o tratamento de dados. Para movimentar R$ 1 bilhão, a fintech certamente coletou, armazenou e processou uma massa enorme de dados pessoais e financeiros de laranjas e talvez de pessoas involuntárias.
Se a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) investigar e constatar que a empresa não protegeu esses dados ou os usou para fins ilícitos, a aplicação da LGPD será brutal. A multa pode chegar a 2% do faturamento da empresa no último exercício, com teto de R$ 50 milhões por infração. Para uma PME, mesmo uma fração desse valor significa a falência.
Isso não é um problema só da fintech criminosa. É um risco para toda a sua cadeia. Se sua empresa compartilhou dados com ela, você também pode ser responsabilizado por não verificar a idoneidade do parceiro.
O caso da fintech que virou caixa do PCC é um alerta gelado para o ecossistema brasileiro de tecnologia e finanças. A inovação não pode ser uma blindagem para o crime. Contadores e gestores de PMEs são a primeira linha de defesa. A Receita Federal já está com os olhos nas movimentações. A pergunta não é se há outros esquemas assim, mas quantos. E se o nome da sua empresa vai aparecer no próximo relatório.
Quando o assunto sai do texto e vira incidente, o caminho é o chamado: ele registra data, contexto e responsável, e a equipe técnica trabalha em cima do que foi descrito.
O atendimento técnico da DLL é registrado em chamado, no portal oficial — é assim que o pedido ganha protocolo e histórico. O WhatsApp da DLL atende assuntos comerciais.